quarta-feira, 2 de setembro de 2015

sinais e lembranças

Durante estes dias, ao olhar e ver o mar, ao ser embalada ao som das ondas a rebentarem na areia, lembrei-me de ti.

Os sinais insistem em fazerem lembrar-me de ti. Um casal ali, um foto acolá, um pensamento vindo sabe-se la de onde que atropela todos os outros...e um texto que se encaixa em ti.

Confesso que as vezes ainda sinto que te amo loucamente, mas depois caio na real e lembro-me de todo aquele sofrimento. E então volto a odiar-te..mas amor e ódio andam tão lado a lado, tipo unha e carne.



http://jafoste.net/apaixona-te-por-um-grande-homem/


'' Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumo...'' . alguma vez foste transparente comigo? (aposto que nunca nenhum ''amo-te'' foi realmente sentido e sincero)
'' Não te agarres a um homem que não seja capaz de reconhecer a beleza interior...''
'' Um grande homem não é aquele que chega ao topo ''
'' Não te apaixones por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção contigo, corre a léguas dele.''

Tal como o autor do texto acima, gostava de entender o porquê de se trocar uma mulher só por '' uma cor de cabelo ou pele diferente, uns olhos claros, ou um corpo mais esbelto?''. Desde quando o coração deixou de ter valor?!
Enfim.



No fundo (mas bem la no fundo), não te guardo rancor, agradeço-te. Sim, obrigada..
Obrigada por teres sido uma das melhores e piores coisas que me aconteceram. Obrigada por graças a ti ter crescido e aprendido a ser menos burra e ingénua. Obrigada por me teres tornando tão fraca e frágil ao ponto de sentir todo o meu corpo tombar, isso fez me mais forte.
Tornaste-me naquilo que sou hoje. O bom e o mau. O melhor e o pior de mim. Não tinha consciência que uma pessoa podia ter tanto influencia e tornar outra pessoa em algo totalmente diferente daquilo que essa pessoa era antes da passagem da tal pessoa pela sua vida, tudo devido aos seus atos. O ser humano é mesmo uma cena complexa...

As experiências são assim mesmo, cruelmente boas e ''educativas''. Não é verdade?

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